sábado, 21 de novembro de 2009
Os Dez Mandamentos
Os Dez Mandamentos ou o Decálogo é o nome dado ao conjunto de leis que segundo a Bíblia, teriam sido originalmente escritos por Deus em tábuas de pedra e entregues ao profeta Moisés (as Tábuas da Lei). As tábuas de pedra originais foram quebradas, de modo que, segundo Êxodo 34:1, Deus teve de escrever outras. Encontramos primeiramente os Dez Mandamentos em Êxodo 20:2-17. É repetido novamente em Deuteronômio 5:6-21, usando palavras similares.
Decálogo significa dez palavras (Ex 34,28). Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Este, ao apresentar os mandamentos do amor a Deus (os quatro primeiros) e ao próximo (os outros seis), traça, para o povo eleito e para cada um em particular, o caminho duma vida liberta da escravidão do pecado.
De acordo com o livro bíblico de Êxodo, Moisés conduziu os israelitas que haviam sido escravizados no Egito, atravessando o Mar Vermelho dirigindo-se ao Monte Horeb, na Península do Sinai. No sopé do Monte Sinai, Moisés ao receber as duas "Tábuas da Lei" contendo os Dez Mandamentos de Deus, estabeleceu solenemente um Pacto (ou Aliança) entre YHWH (ou JHVH) e povo de Israel.
Decálogo significa dez palavras (Ex 34,28). Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Este, ao apresentar os mandamentos do amor a Deus (os quatro primeiros) e ao próximo (os outros seis), traça, para o povo eleito e para cada um em particular, o caminho duma vida liberta da escravidão do pecado.
De acordo com o livro bíblico de Êxodo, Moisés conduziu os israelitas que haviam sido escravizados no Egito, atravessando o Mar Vermelho dirigindo-se ao Monte Horeb, na Península do Sinai. No sopé do Monte Sinai, Moisés ao receber as duas "Tábuas da Lei" contendo os Dez Mandamentos de Deus, estabeleceu solenemente um Pacto (ou Aliança) entre YHWH (ou JHVH) e povo de Israel.
Pequena história de Moisés
Passaram-se mais de quatro séculos desde que Jacó fora para o Egito com toda a sua família e, durante este tempo, seus descendentes se multiplicaram e formaram um povo numeroso. Os egípcios, temerosos com o aumento dos hebreus, tornaram-nos escravos e os submeteram a muitos maltratos.
Deus, então, viu todo o sofrimento a que era submetido seu povo. Era por volta do ano 1.250 a.C. Certo dia, apareceu a Moisés numa sarça ardente e disse-lhe que levasse todos os hebreus de volta à terra de Canaã, a terra prometida. Do meio do fogo que ardia e não consumia a planta, o Senhor se apresentou a Moisés dizendo o seu nome “EU SOU.” Moisés, obediente à palavra do Senhor, levou consigo Aarão, seu irmão, e foi ao faraó pedir que permitisse a saída dos hebreus do Egito. O faraó, entretanto, não permitiu, pois eles eram a força de trabalho utilizada nas construções.
Então, Deus ordenou a Moisés que lançasse dez pragas sobre o Egito: a transformação das águas do Rio Nilo em sangue, a invasão das rãs, a invasão dos mosquitos, a invasão das moscas, a peste que atingiu os animais, o aparecimento de chagas e úlceras em homens e animais, a chuva de pedras, o ataque dos gafanhotos, a escuridão durante três dias e, a última praga, a morte dos primogênitos do Egito.
Enquanto as pragas iam acontecendo, o coração do faraó foi perdendo a sua dureza e, após a décima praga, que matou inclusive seu filho, este permitiu que Moisés retirasse os hebreus do Egito. Na noite da morte dos primogênitos, Moisés mandou que os hebreus marcassem suas portas com sangue, para que os primogênitos de Israel fossem poupados. Naquela noite, todos os israelitas comeram às pressas, pois deveriam sair do Egito em breve. Foi a primeira Páscoa. Depois que Moisés saiu do Egito com o povo, o faraó resolveu persegui-los.
Deus, então, viu todo o sofrimento a que era submetido seu povo. Era por volta do ano 1.250 a.C. Certo dia, apareceu a Moisés numa sarça ardente e disse-lhe que levasse todos os hebreus de volta à terra de Canaã, a terra prometida. Do meio do fogo que ardia e não consumia a planta, o Senhor se apresentou a Moisés dizendo o seu nome “EU SOU.” Moisés, obediente à palavra do Senhor, levou consigo Aarão, seu irmão, e foi ao faraó pedir que permitisse a saída dos hebreus do Egito. O faraó, entretanto, não permitiu, pois eles eram a força de trabalho utilizada nas construções.
Então, Deus ordenou a Moisés que lançasse dez pragas sobre o Egito: a transformação das águas do Rio Nilo em sangue, a invasão das rãs, a invasão dos mosquitos, a invasão das moscas, a peste que atingiu os animais, o aparecimento de chagas e úlceras em homens e animais, a chuva de pedras, o ataque dos gafanhotos, a escuridão durante três dias e, a última praga, a morte dos primogênitos do Egito.
Enquanto as pragas iam acontecendo, o coração do faraó foi perdendo a sua dureza e, após a décima praga, que matou inclusive seu filho, este permitiu que Moisés retirasse os hebreus do Egito. Na noite da morte dos primogênitos, Moisés mandou que os hebreus marcassem suas portas com sangue, para que os primogênitos de Israel fossem poupados. Naquela noite, todos os israelitas comeram às pressas, pois deveriam sair do Egito em breve. Foi a primeira Páscoa. Depois que Moisés saiu do Egito com o povo, o faraó resolveu persegui-los.
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